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Primeira Operação Integrada Metropolitana encerra com 123 presos e mais de 4.600 abordados O governador Eduardo Leite e o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, acompanharam a largada da operação.

Operação integrada

A primeira mobilização conjunta das forças de segurança atuou nos 34 municípios que compõem o Gabinete de Gestão Integrada da Região Metropolitana de Porto Alegre (GGIMPOA). As ações ocorreram ao longo dessa sexta-feira (8). Lançado pelo governo do Estado na semana passada, o gabinete faz parte do eixo de combate à criminalidade do programa RS Seguro. Batizada de Operação Integrada Metropolitana, a ação reuniu mais de 1,5 mil agentes, quase 800 viaturas e três helicópteros, distribuídos em cerca de 200 pontos dos municípios que fazem parte do GGIMPOA.

A Operação Integrada Metropolitana resultou em mais de 120 prisões, 25 armas e 70 munições apreendidas além de coletes e rádios comunicadores. Também 22,53 kg de drogas foram recolhidos juntamente com 100 balanças de precisão. Foram 67 veículos apreendidos (entre apreendidos, recuperados e recolhidos), além de mais de R$ 70 mil em dinheiro. Ao todo foram realizadas 188 vistorias, além de diversas autuações feitas por órgãos de outras esferas do poder público municipal, estadual e federal. Foram 3.152 veículos vistoriados e 4.647 pessoas abordadas (confira os dados da ação logo abaixo).

O governador Eduardo Leite e o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, acompanharam a largada da operação, primeiro na Praça Itália, de onde saíram os agentes que iriam atuar em Porto Alegre, depois na orla do Guaíba, de onde decolaram três helicópteros, e, por fim, no Departamento de Comando e Controle Integrado (DCCI), onde conferiram, por meio de imagens da central de videomonitoramento, as ações nas ruas.

“Estamos vendo, na prática, os três ‘is’ do RS Seguro: inteligência, investimento qualificado e, principalmente, integração, expressa na união de tantas fardas aqui presentes, em favor de um único propósito, o de fazer com que as regras valham e 12 milhões de pessoas possam conviver no nosso território gaúcho”, destacou Leite. Como reúne órgãos do Estado, dos municípios e também federais, de diferentes poderes, o governador acrescentou que “a população não quer saber de quem é o efetivo, quer o poder público atuando nas ruas, garantindo a sua segurança e da sua família.”

“O que aconteceu nessa sexta vai ser uma realidade recorrente em todo o Estado a partir de agora”, garantiu Ranolfo, que é o coordenador do gabinete. “Acreditamos que o policiamento nas ruas é uma das formas de reduzir a criminalidade, que faz parte do eixo de combate ao crime, juntamente com os outros três do programa de segurança, que são a prevenção, a qualificação do atendimento à população e a melhoria do sistema prisional”, afirmou o vice-governador.

A Operação Integrada realizou uma série de ações, como fiscalização de trânsito com barreiras em vias urbanas e rodovias, nas áreas de maior vulnerabilidade, enfrentamento ao comércio ilegal, patrulhamentos intensivos nos locais de maior incidência de riscos à população e áreas centrais dos municípios, além de fiscalização da regularidade do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) em estabelecimentos comerciais.

A mobilização reuniu servidores estaduais, da Brigada Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS), do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), além de outras esferas, como Guardas Municipais, agentes de trânsito e de fiscalização dos municípios da região; equipes de organismos federais como a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional de Segurança Pública.

Os órgãos envolvidos, dentro do planejamento e execução da operação, interagem com os demais órgãos estaduais e federais integrantes do GGIMPOA: Ministério Público do Estado (MP), Receita Estadual, Polícia Federal (PF), Receita Federal, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Tribunal de Justiça do Estado (TJ), Justiça Federal no Estado, Ministério Público Federal (MPF) e Forças Armadas, bem como com representações da sociedade organizada.

Fonte:  Governo do Estado do Rio Grande do Sul


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Mariéle Gomes Gross

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