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Exposição “A História do Vestido de Noiva” surpreende público em Candelária

Exposição Noivas

Empresa Bellas Produçõs foi lançada durante a noite de abertura da exposição na Casa de Cultura Marco Mallmann.

Magia, cultura, história e inovação são os princípios que levaram uma equipe de quatro pessoas motivadas pelo mesmo sonho a trazerem para Candelária e região uma exposição cheia de estilo e elegância que marcou o início dos trabalhos da empresa Bellas Produções.

A mostra fotográfica “A história do vestido de noiva” foi apresentada à imprensa e convidados na noite de segunda-feira, 15 e ficará exposta ao público na Casa de Cultura Marco Mallmann de 16 a 31 de Julho, com entrada franca.

Odete Jochims, fotógrafa conhecida pelo extenso currículo em ensaios fotográficos, comemorou o lançamento da exposição, por este trabalho fazer parte de um sonho da sua vida profissional. De acordo com ela, a concretização da exposição somente foi possível quando compartilhou com a Comunicadora Social e fotógrafa Aline Shultz, o estilista porto-alegrense, Flávio Soares e a personal de beleza, Tatiele Hencker Mackert .

No evento de lançamento, 12 mulheres Candelarienses desfilaram trajes confeccionados pelo estilista Flávio Soares que após minuciosa pesquisa histórica, replicou as peças de forma exclusiva. O desfile, assinado por Jacqueline Heinze mostrou as diferentes culturas vividas em cada época e surpreendeu pela diversidade de cores e modelos emoldurados pelos cenários épicos que poderão ser conferidos na exposição.

SOBRE O NOVO EMPREENDIMENTO: A Bellas Produções trata-se de uma equipe multiprofissional que objetiva documentar o cotidiano das mulheres em seus ambientes de casa ou trabalho. De acordo com Odete: “A equipe vai até a residência ou local de trabalho da cliente, onde ela recebe um tratamento completo para tornar-se modelo por um dia e guardar essa recordação para a posteridade. A equipe se completa! A Tatiele arruma cabelo e maquiagem, a Aline ambienta o local e depois eu e ela fotografamos”, completou Odete.

Segundo Aline, o modelo de ensaio é focado principalmente em mulheres empoderadas e que possam dizer através de suas performances: o verdadeiro padrão é ser feliz.

Outro projeto desenvolvido pela equipe intitulado “Mundo encantado” promete mexer com a imaginação dos pequeninos, através de cenários recriados a partir de cenas de livros e filmes infantis, Aline explica que se a criança quer uma temática de unicórnio, por exemplo, não basta apenas acrescentar a figura lendária em decorações frias ou acessórios. “Vamos atrás de figurinos, e em vez de um pano de fundo decorativo, um cavalo ornamentado com um chifre será acrescentado ao cenário para que possamos conduzir a imaginação de quem é fotografado e quem olhar o resultado final do ensaio como mais real possível.

Os serviços da Bella Produções podem ser contratados através do telefone e whatsapp: 51 98164-1922.

Do branco ao preto: “A história do vestido de noiva”.

Vestido de noiva: a história de uma tradição

O vestido de casamento ou vestido de noiva é o traje usado por uma noiva durante uma cerimônia de casamento. A cor, o estilo e a importância cerimonial do vestido podem depender da religião e da cultura do casal, sendo levadas em consideração na cerimônia de casamento. Ao longo do tempo, os vestidos de noiva passaram por diversas transformações. Por exemplo: você sabia que nem sempre as noivas se casavam vestindo branco? Muitos atribuem essa tradição à rainha Vitória, da Inglaterra, quando esta se casou com o príncipe Albert. Uma das primeiras nobres a se casar por amor, ela vestiu um modelo deslumbrante com longo véu branco e sem coroa, e teria escolhido a cor para representar sua pureza e virgindade.

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A influência do pós-guerra

No pós-guerra, os vestidos para as noivas eram marcados por uma silhueta reta, típica da época. Sendo assim, os vestidos da década de 1920 não definiam o corpo das mulheres. A modelagem sem forma era compensada com bordados e pedrarias, além do véu longo e flores. A década de 1930 volta a valorizar a silhueta feminina, com modelos simples e de mangas compridas. A Segunda Guerra Mundial marcou a década de 1940 e o vestido das noivas normalmente tinham pouquíssimos detalhes, para não gastar muito tecido. Nessa época, era comum que as mulheres se casassem de tailleur, que era um conjunto que podia ser usado em mais de uma ocasião. Os vestidos femininos voltaram à cena apenas em 1947, após o New Look do mundialmente conhecido estilista Christian Dior, que influenciou a década de 50.

Anos 90 até hoje

Nos anos 1990, eram comuns os ombros nus. Os véus deixaram de ser obrigatórios, e os vestidos dessa década, apelidada a década da chapinha, marcaram tanto que são até hoje muito utilizados. A partir de 2010, muitos modelos dos anos 2000 continuaram sendo usados, mas há um em especial que é quase unanimidade entre as noivas: o vestido estilo sereia, que acentua as curvas do corpo. Os cabelos em geral são usados ondulados, com um look natural, quase praiano, ou com cachos e ondulações presas no alto, ou semi presas. O estilo romântico sempre esteve em alta, com a renda no colo. Os vestidos rendados e o véu voltaram com tudo graças ao recente casamento entre Kate Middleton e o Príncipe William.

Acessórios de noivas

Na lista dos acessórios de noiva, figuram itens como o sapato da noiva, brincos, véus. E é nesses pontos que muitas noivas têm ousado mais ultimamente, através de sapatos coloridos, cobertos de pérolas, e buquês alternativos. Alguns acessórios são complementares, como as luvas, grinalda e o terço (este para as noivas católicas).

Véu de noiva

Na história, há registros sobre o uso de véu em diversas culturas. Em geral, esse acessório feminino está associado a costumes religiosos, mas também já foi usado para proteção e até para sedução. Os motivos para o uso do véu ou da mantilha têm diversas explicações, de acordo com a cultura e época: como símbolo de castidade, para proteger do sol e dos insetos, para sedução. Na Grécia Antiga, o véu era usado pelas noivas para protegê-las do mau-olhado ou do assédio de outros pretendentes.

Buquê

O costume da noiva levar um buquê começou na Grécia Antiga, que naquela época era constituído por ramos de ervas e alho para atrair bons fluidos e afastar o mau-olhado. No período da Idade Média, as noivas faziam o trajeto a pé para a igreja, no qual recebiam flores, ervas e temperos para lhe trazerem sorte e felicidade, formando assim, no final do trajeto, um buquê. Foi na Europa que os arranjos tornaram-se mais sofisticados, com flores exóticas. Com o tempo os ramos de ervas foram substituídos por flores, buquês artesanais, feitos de bijuterias e broches, plumas e até de papel.

Com informações Life Assessoria de Comunicação.

Créditos: Divulgação


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Mariéle Gomes Gross

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