No estúdio de ensaio do BalletX, um armazém convertido com tetos altíssimos e técnica igualmente elevada, Ashley Simpson se sente em casa. Através da precisão e alegria de seu movimento – feito recentemente com a coreógrafa Caili Quan – Simpson está explorando a camaradagem com seus colegas de companhia. Uma coleção de artistas multifacetados, o BalletX encontra um lugar para cada uma de suas onze joias brilhar, e Simpson é, sem dúvida, um destaque. Com seus quadris soltos e membros longos, a articulação matizada de um cotovelo de Simpson e a postura de suas costelas iluminam um fundo de dança diversificado e um profundo compromisso.

Companhia: BalletX

Era: 25

Cidade natal: West Palm Beach, Flórida

Treinamento: School of Ballet Arts, AW Dreyfoos High School of the Arts, Ailey/Fordham BFA Program

Prêmios: Menção honrosa YoungArts 2016, honorários Princesa Grace 2022

Transparência do treinamento: Simpson credita todo o percurso de sua irmã engenheira até a faculdade como parte da complexa teia que possibilitou seu treinamento avançado. “Faculdade é cara! Pesquisei bastante nas estatísticas do BFA antes de me comprometer de verdade com a dança”, diz ela, que agradece o apoio dos pais. “Tive sorte e resolvemos isso com bolsas de estudo.”

Palco versus estúdio: “Todo mundo traz seu jogo A”, diz Simpson sobre seus colegas, creditando sua energia na sala de ensaio do BalletX por impulsionar sua arte e ajudá-la a se livrar dos nervos do estúdio. “Mesmo uma nova pessoa assistindo pode me fazer pensar demais. No palco, adoro não poder ver o público – é libertador.” Para a diretora artística e executiva Christine Cox, a transformação é evidente: “Quando a cortina sobe, Ashley se transforma em uma força criativa. Ela se sente em casa no palco, uma verdadeira performer que realmente se conecta com o público.”

Se o sapato servir: Agora em sua terceira temporada com o BalletX, Simpson é uma artista de Gaynor Minden que também adora balé de tênis – ela está animada para dançar Justin Peck’s Torne-se uma Montanha para a abertura da temporada. Também no programa está um novo trabalho de chinelo, adaptado para o palco do filme do início da pandemia do ex-membro da companhia Caili Quan. Renovar seu papel foi uma experiência divertida, diz Simpson.

Ensinando e aprendendo: Simpson leciona no Living Arts Dance no norte da Filadélfia e adora o desafio de “encontrar as palavras para ajudar os alunos a ver os passos de uma nova maneira”.

Abastecendo: Em seus dias de folga, você a encontrará no mercado dos fazendeiros ou lendo no parque. Ela tem um hábito Barnes & Noble e gosta de culinária vegana.

Além do balé: Simpson dançou no nas alturas filme e em um evento da Vogue para a New York Fashion Week. “Essas experiências me ajudaram a ver a dança de maneira diferente. Não me mexo assim no dia-a-dia!” ela diz. “Os mundos do cinema e da moda me ensinaram como o movimento vive em outros ambientes.”

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