Policial Região dos Vales Rio Grande do Sul

Brigada Militar orienta pais e filhos no retorno às aulas Junto com as aulas, retornam as ações ostensivas e visitas escolares, realizadas pela Patrulha Escolar Comunitária.

DICAS DE SEGURANÇA BM

O Comando Regional de Polícia Ostensiva do Vale do Rio Pardo (CRPO/VRP), buscando prevenir o cometimento de delitos e a ocorrência de violência no entorno das escolas e com o início do ano letivo nas escolas públicas e particulares de todo o Estado, retoma alguns projetos que envolvem a comunidade escolar.

Junto com as aulas, retornam as ações ostensivas e visitas escolares, realizadas pela Patrulha Escolar Comunitária, uma oportunidade de aproximar a Brigada Militar da comunidade e estreitar os vínculos.

Além das atividades do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), que hoje se constitui no elo entre a polícia e a comunidade escolar, bem como com a comunidade no que tange à proteção contra as drogas, a violência e ao bullying.

O Comandante Regional do CRPO/VRP, coronel Valmir José dos Reis, relata que “A segurança de nossos alunos é responsabilidade de todos, e dever da Brigada Militar. Portanto, é necessário que tenhamos consciência de nossos papéis, respeitando direitos e cumprindo obrigações, para que tenhamos um tranquilo e harmonioso retorno às aulas”.

Dicas de segurança da Brigada Militar

Crianças
• Atravessar a via sempre pela faixa de segurança;
• Não aceitar a ajuda, convite de pessoas estranhas, procurando sempre um membro da direção da escola ou o professor em caso de dificuldades;
• Esperar o veículo parar totalmente, tanto antes de entrar quanto para descer dele;
• Não atravessar a rua na frente ou atrás do ônibus, esperar ele partir para que tenha completa visão e também seja visto pelos outros veículos;
• Não desviar do trajeto casa-escola-casa, sem prévio acordo com os responsáveis.
• Evitar transitar em ruas ou praças mal iluminadas;
Professores e diretores
• Em caso de constatação de pessoas estranhas no ambiente escolar, em frente as escolas ou nas imediações, comunicar o mais breve possível a Brigada Militar, através do telefone de emergência 190, informando as características dos indivíduos (cor da pele, roupa, características pessoais, etc) e de veículos.
Pais
• Respeitar as regras de trânsito, principalmente no entorno dos educandários;
• Nos primeiros dias, se possível acompanhar seus filhos e lhes ensinar o itinerário correto de chegar até a escola e a sala de aula;
• Ensinar as crianças a pedir auxílio à polícia (pessoalmente ou por telefone) ou às pessoas conhecidas e professores quando perceber estranhos em atitudes suspeitas;
• Toda criança deve saber seu endereço, telefone, nome dos pais ou responsáveis ou de quem vai busca-la na escola.
• Buscar informações a respeito da empresa que fará o transporte de seu filho até a escola e de volta para casa;
• Orientar os estudantes: ao sair sozinho, procure sempre ficar no centro da calçada e na direção contrária ao trânsito. Cuidar com bolsas e mochilas, que devem estar sempre na parte da frente do corpo; para evitar ficarem sozinhos em pontos de ônibus isolados;
• Não deixar de comunicar a presença de elementos suspeitos nas proximidades de sua casa ou local de trabalho;
• Caso a criança vá sozinha a pé para a escola, deve optar por andar em grupo no trajeto das escolas ou em longas caminhadas. Se possível, combine com vizinhos ou colegas de classe que façam o mesmo caminho para irem e voltarem juntos da escola.
Ao dirigir com as crianças no carro
• Respeitar as regras do trânsito e não pare em fila dupla ou sobre as faixas de pedestres. Se não encontrar uma vaga na porta da escola, dê uma volta no quarteirão e retorne para tentar novamente;
• Instruir as crianças a sempre descerem do veículo pelo lado da calçada e peça que observem antes de abrir a porta;
• Crianças de até dez anos devem ir no banco de trás e com cinto de segurança. As menores devem ser transportadas na cadeirinha de segurança ou assento de elevação adequados à idade;
População
• Os excessos sonoros (buzinas) e carros com som automotivos em volume alto nas proximidades das escolas acarreta transtornos aos professores na ministração das aulas, bem como a desatenção dos discentes. Estes excessos sonoros caracterizam um delito tipificado no artigo 42 – Perturbação do Trabalho ou Sossego Alheios, da Lei das Contravenções Penais, o que resulta, em caso de flagrância, a responsabilização penal e administrativa do infrator.

 

Fonte: BM


Sobre o autor

Mariéle Gomes Gross

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